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Falta de concentração: como melhorar o foco e a clareza mental

  • Dr. Renato Susin
  • 20 de jan.
  • 3 min de leitura


Falta de concentração: por que ela acontece e como melhorar de verdade


Sentir dificuldade para manter o foco, esquecer tarefas simples ou ter a sensação de “mente nebulosa” é cada vez mais comum. A falta de concentração não é apenas um problema de atenção — muitas vezes, ela é um sinal de desequilíbrio metabólico.


O ponto-chave é entender que melhorar a concentração não depende só de força de vontade, café ou suplementos aleatórios. É preciso investigar o que está drenando a energia do cérebro.




Falta de concentração no dia a dia



O que está por trás da falta de concentração


A concentração depende de um cérebro bem nutrido, bem oxigenado e metabolicamente equilibrado. Quando isso não acontece, o foco é uma das primeiras funções a falhar.


Os fatores mais comuns incluem:


  • Oscilações de glicemia ao longo do dia


  • Privação ou má qualidade do sono


  • Estresse crônico e sobrecarga mental


  • Deficiências nutricionais


  • Inflamação silenciosa


  • Alterações no metabolismo cerebral


A dificuldade de concentração raramente é o problema principal — ela costuma ser a consequência de um desequilíbrio mais profundo.


Concentração é energia: o papel do metabolismo cerebral


O cérebro consome cerca de 20% de toda a energia do corpo, mesmo representando apenas 2% do peso corporal. Isso significa que qualquer falha no metabolismo impacta diretamente o foco.


Quando o organismo não produz energia de forma eficiente, o cérebro entra em “modo economia”, priorizando funções básicas e reduzindo desempenho cognitivo.


Esse cenário pode gerar:


  • Lentidão mental


  • Dificuldade para organizar pensamentos


  • Queda de memória recente


  • Sensação de cansaço mental constante



Metabolismo cerebral e concentração



Deficiências nutricionais que afetam o foco


Mesmo pessoas que se alimentam “bem” podem apresentar carências importantes. Isso acontece porque absorção, transporte e uso dos nutrientes variam de pessoa para pessoa.


As deficiências mais associadas à falta de concentração incluem:


  • Vitaminas do complexo B


  • Ferro


  • Magnésio


  • Zinco


  • Ômega-3 (especialmente DHA)


  • Aminoácidos essenciais


Esses nutrientes participam diretamente da produção de neurotransmissores como dopamina, acetilcolina e serotonina.



Estresse crônico e foco: uma relação direta


O estresse constante mantém o organismo em estado de alerta. Com o tempo, isso desorganiza o eixo hormonal e aumenta o consumo de nutrientes essenciais ao cérebro.


Além disso, níveis elevados de cortisol podem prejudicar áreas cerebrais ligadas à memória e à concentração.


Por isso, tratar apenas o sintoma sem olhar para o estresse metabólico costuma trazer resultados limitados.



Quando a falta de concentração não é normal


É comum ter dias de menor foco. Mas alguns sinais indicam que a dificuldade de concentração merece investigação:


  • Queda de desempenho profissional ou acadêmico


  • Esquecimentos frequentes


  • Necessidade constante de estimulantes


  • Sensação de mente cansada ao acordar


  • Falta de clareza mental mesmo após descanso


Nesses casos, insistir apenas em técnicas de produtividade não resolve.



Como a metabolômica ajuda a melhorar a concentração


A metabolômica é um exame de precisão que avalia, de forma profunda, como o seu corpo está funcionando no nível celular.


Ela permite identificar:


  • Déficits energéticos mitocondriais


  • Alterações no metabolismo cerebral


  • Carências nutricionais funcionais


  • Sobrecarga inflamatória


  • Desequilíbrios bioquímicos que afetam o foco


Melhorar a concentração começa por entender como o seu metabolismo realmente funciona.

Com essas informações, a estratégia deixa de ser genérica e passa a ser personalizada, focada na real necessidade do organismo.



Por que nem todo mundo responde igual às mesmas estratégias


Duas pessoas com falta de concentração podem ter causas completamente diferentes. Enquanto uma precisa ajustar glicemia, outra pode precisar corrigir carências específicas ou modular inflamação.


É por isso que suplementos, dietas ou rotinas “da moda” nem sempre funcionam para todos.


A abordagem funcional integrativa busca entender a raiz do problema, não apenas silenciar o sintoma.



Quer entender se o seu corpo está realmente equilibrado e se você precisa melhorar a falta de concentração?


Agende uma consulta com o Dr. Renato Susin, médico nutrólogo e especialista em medicina funcional integrativa. A avaliação pode incluir exames de precisão, como a metabolômica, para identificar desequilíbrios e ajustar seu metabolismo de forma personalizada.



Dr Renato Susin em consulta

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